terça-feira, 1 de janeiro de 2019

A SOMBRA DO SER - Poema de FRANCISCO BISPO


A SOMBRA DO SER
Esta flor que desabrocha
No meio da mata virgem
Espanta muito, espanta

Espanta e dá vertigem
Origem de fruto feridoɁ
De semente entorpecidaɁ
De que gênero germinouɁ
Para nascer tão florida

É florida ou feridaɁ
Há tantos querendo saber
Se a origem é genuína
Ou apenas parece ser

Só sei que não é bonina
Que brilha feito margarida
Bem diferente da flor
Que esplandece ao nascer

Tão feminina em seu jeito
Tão masculina em seu ser
Se atiça o espanto de uns
De outros acolhe aplausos
O que está feito, está feito
A natureza pagou para ver

(Francisco Bispo)

Poesia na Porta na FUNESC - Participação de frases e poemas do Escritor Francisco Bispo



terça-feira, 29 de maio de 2018

Francisco Bispo em Entrevista com Adalberto Ferrari da Web Rádio RECORDAR FAZ BEM


Adalberto Ferrari, idealizador e produtor cultural na web rádio "Recordar Faz Bem", entrevista pela primeira vez o pedagogo, escritor e poeta Francisco Bispo, sobre 03 livros de sua autoria: MANGRULHOS, AS FORMIGUINHAS TEIMOSAS e O MUNDO DE HENRIQUETA. Entrevista no dia 29.05.2018



sexta-feira, 25 de maio de 2018

RELEASE do escritor e poeta Francisco de Oliveira Bispo



Francisco de Oliveira Bispo
Biografia
Nascido em 11 de Julho de 1946, Paraibano, brasileiro, casado, pedagogo, escritor e poeta, servidor público aposentado, exercendo um cargo comissionado no Recursos Humanos da FUNESC. 
Foi o autor do romance “Mangrulhos”, que foi pré - escolhido no concurso nacional de literatura do SESC, tendo publicado várias crônicas na Revista Nacional do RJ e no extinto Jornal o Norte de João Pessoa/Pb.
Publicou a crônica “Pronto! E Agora?” na Antologia Balões Coloridos do Premio Literário cidade de Porto Seguro em 2009.
Autor também dos livros "As formiguinhas Teimosas" publicado em 2010 e "O Mundo de Henriqueta" publicado em 2012 ambos pela editora clubedeautores.com.br.
Blog oficial
Redes Sociais:

Sobre o livro “O mundo de Henriqueta”

Sinopse

Henriqueta, mulher de costumes e atitudes às vezes, estranhas, provoca indignação, e indiferença a alguns habitantes de Riacho Limpo, cidade pequena , porém ordeira e que estava acostumada ao seu "Status Quo". Agindo no limite da tolerância humana (segundo alguns moradores descontentes), consegue de alguma forma, despertar também interesse de outros pela sua estranha forma de viver.
Com comportamento conflitante, transfere para seu primo Gabriel, toda a vontade interior engessada na infância no que se refere ao trato com pessoas ao seu redor.
Em seu universo particular, talvez sem perceber, transforma o primo em artífice de sua doutrina nada logosófica. A madona do casarão então passa a se dedicar com maior intensidade aos seus animais, mais especificamente ao seu pequeno Bilú.
Nesse contexto, provoca expectativas em seu feudo de faz de conta. Seu primo Gabriel e coadjuvante no desequilíbrio de conceitos, ou talvez no rasgo de um pretenso poeta, aceita suas tarefas convencido e se achando. Pois afinal, encontrara seu rumo mesmo de forma quixotesca.
Categorias: Literatura NacionalFicção e Romance
Palavras-chave: casa, grande

Sobre o livro “As Formiguinhas Teimosas”

Sinopse

Um Sonho. Apenas um sonho! Exclama o avô de Yago ao ser acordado de sua sesta ao perceber que ao voltar à realidade, sua bolha de sabão explodira dissipando de vez seu intento fantasioso em transformar o presente ainda por viver, em uma realidade que gostaria que estivesse acontecendo.
Assim, se expresa um personagem que antecipa os possíveis níveis de vivência com o seu neto, cúmplice de suas fantasias numa história que agrega ao menino metropolitano à realidade da vida no interor.
Não bastasse a vontade de realizar seus propósitos, esse avô ainda tem a ousadia de criar um enredo pitoresco
dando vida aos personagens exclusivos de sua inquietação fruto de seu sonho.
Yago como seu ator principal, criado com certa maturidade, não deixa por menos. Transforma-se em contador de histórias tendo como sua coadjuvante a amiguinha Malu que usa e abusa dos questionamentos tentando fazer o amigo perceber que ele não está com tudo, e se está tem que provar.
Categorias: Literatura Infanto JuvenilLiteratura Nacional
Palavras-chave: formiga

Sobre o livro “Mangrulhos”
Eis aí, o nosso mateiro Mala-Velha! Velho conhecido das redondezas. Êle sabe tudo e conhece toda essa região. Com essas palavras, Papudo seu amigo mais chegado apresenta nosso primeiro personagem nessa história que se prolonga com acontecimentos comuns a serem humanos comuns e nos fazem crer
que ainda é primordial na vida o bem estar físico e espiritual sem apelarmos para o grotesco.

É nesse contexto que encontramos o adolescente Fininho e seus amigos Cabeção, Gogó-de-Sola, Sambudo e Tisil numa trajetória de trapalhadas e afazeres outros que nos transportam no tempo cujas travessuras nos faz lembrar que a felicidade ainda existe nos corações daqueles que acreditam numa vida recheada de sonhos.

Sonhos que se materializam e que se perpetuam para aqueles que acreditam. Os cinco moleques, na verdade interferem na vida deles próprios ao saírem do Status Quo em que vivem. E, fazem de suas vidas o enredo de uma história onde se misturam os tristes dias de Gilberto o topógrafo apaixonado e sua amada Silvinha que debuta a sua adolescência numa ânsia prematura de fazer o que ainda não está programado para o deleite que seu corpo requer.

Mas, nem tudo são flores e o "Gordo" chefe dos meninos despreparado psicologicamente provoca reações do grupo onde intempéries imprevistas,são consideradas esteios de uma bem sucedida vingança no Paul da Onça que não faz barulho.

Mangrulhos, não rebusca causa ou efeito. Não tem a pretensão de indicar caminhos esses ou aqueles sob a ótica da psicologia da adolescência. Propõe sim, ocupações necessárias para a eliminação do ócio. Ócio que pode gerar discórdia. Ócio que provoca o desprazer de viver, desprazer de sonhar, desprazer de ser feliz, enfim desprazer de ser adolescente com sonhos e realizações. Realizações que transbordam do real para o imaginário e vice-versa determinando de maneira nua e crua a vida de seres que possuem na formação de seu caráter o amor como objetivo principal.

Mangrulhos portanto, se apresenta como um livro de real prazer iluminando os passos do leitor até seu ápice de satisfação em derrotar seu estresse pelo bem estar ao saborear o entretenimento em forma de alegria produzida com muito carinho até seu final com o casamento da bela ruiva e as reflexões políticas de Fininho.

Zizo de Oliveira 
OU

ENIGMA - poema de Francisco Bispo



ENIGMA



Que coisa é essa que tanto me estressa?
Será a idade que está com pressa?
Ou futuro que passou depressa?

Porque, o passado no presente.
A memória acessa.

Que coisa é essa que tanto me estressa?
Será a hipocrisia que nunca cessa?
Ou a virtude que mal se expressa?

Que coisa é essa que tanto me estressa?
Será a crença que não creio?
Não creio.
A ansiedade vã?
Ou a Constituição flagelada
Chamada de cidadã?

Que coisa é essa que tanto me estressa?
Será a vergonha de não ter vergonha?
Não sei.
Será o tédio pela mesmice?
Será o fracasso pela burrice?
As respostas, ainda não sei.
Mas quando eu achar não me peça.

Poema de Francisco Bispo.

sábado, 10 de junho de 2017

FRANCISCO BISPO NO PROG.DEDIM DE PROSA NA TV ASSEMBLÉIA EM 2015






Participação do escritor Francisco Bispo no Programa Dedim de Prosa exibido na Tv Assembléia em João Pessoa-PB em 2015, apresentado pelo jornalista Wellington Farias.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

OUTROS VERSOS (Francisco Bispo)

ENCANTO
A poesia surge no passado,
no presente e no futuro.
Surge até no som do silêncio
Acredite, eu juro.
(Francisco Bispo)
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QUIMERA
O Mundo é de todo mundo
Saiba você também
Pode até não ser pra você
Pode até não ser de ninguém

Na dúvida, creio que sim
Na certeza, creio que não
Nada me impede, no entanto
De acreditar com fé
Que o Mundo é de todo mundo
Mas, nem todo mundo, do mundo é.
(Francisco Bispo)